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Versões opostas marcam discussão entre candidatos durante feira em Goiânia
Brasil

Versões opostas marcam discussão entre candidatos durante feira em Goiânia

Adriana Accorsi e Felipe Cecílio deram relatos diferentes sobre os gritos e xingamentos ocorridos durante uma agenda de campanha.

A discussão entre as equipes de Adriana Accorsi (PT) e Felipe Cecílio (PSDB) durante uma agenda eleitoral terminou com acusações diferentes sobre quem iniciou os gritos na Feira do Jardim Vera Cruz, neste domingo, 27. A deputada federal e candidata à reeleição afirmou ter sido hostilizada. O candidato a deputado federal disse que as primeiras manifestações contra o PT partiram de frequentadores do local.

Cecílio contou que estava acompanhado por cerca de 15 pessoas e gravava um vídeo em resposta ao ex-deputado Henrique Arantes quando a comitiva de Adriana passou pela feira. Segundo ele, o público começou a gritar “fora PT”, e integrantes de sua equipe aderiram depois.

“Quem começou a gritar antes foi a feira”, afirmou Cecílio. Ele disse ainda que pessoas ligadas ao grupo de Adriana o chamaram de “ladrão de wind banner”, em referência a um episódio no qual teria sido filmado retirando materiais de campanha de outros candidatos. A partir daí, os dois lados trocaram provocações, segundo a versão do tucano.

Relatos sobre a abordagem

Adriana afirmou, em vídeo publicado nas redes sociais, que encontrou Cecílio enquanto percorria a feira e foi alvo de xingamentos. Nas imagens, um homem usando adesivo da campanha tucana aparece discutindo durante a passagem da comitiva petista. O deputado estadual Mauro Rubem (PT) estava ao lado dela.

A deputada disse que também foram dirigidos gritos contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ela afirmou que um homem que a acompanhava teria seguido sua comitiva durante as ofensas. Adriana identificou inicialmente essa pessoa como um assessor de Cecílio, mas o candidato contestou a descrição.

De acordo com Felipe, o homem que aparece no vídeo é Jadiel da Bronca, candidato a deputado estadual que faz campanha em dobradinha com ele. O vídeo registra a discussão, mas, isoladamente, não permite definir quem começou as provocações.

Cecílio afirmou que o conflito durou aproximadamente dez minutos e envolveu outras pessoas que estavam na feira. Adriana, por sua vez, disse que costuma cumprimentar adversários em agendas eleitorais, mas que o episódio teve comportamento diferente do que vivenciou com outros candidatos presentes no local.

Acusações feitas por Adriana

A petista atribuiu o episódio à intolerância política e à misoginia. Segundo ela, o tratamento recebido teria relação com sua condição de mulher na política. Adriana classificou o comportamento relatado como intolerância, misoginia e falta de educação.

O caso ocorreu no mesmo domingo em que Cecílio e Henrique Arantes trocaram acusações após o rompimento de uma aliança entre os dois. Henrique chamou o candidato de “caloteiro” e “estelionatário” e afirmou que ele não teria cumprido compromissos assumidos com bases eleitorais.

Cecílio rebateu as acusações e disse que Henrique teria “vendido” a campanha. O tucano afirmou também que desfez os acordos depois de concluir, segundo sua versão, que havia interesses exclusivamente financeiros entre as bases que seriam incorporadas à candidatura.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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