GOIÂNIA — Goiânia teve, em 2025, o segundo menor percentual de trabalhadores em atividades noturnas entre as capitais brasileiras. O índice foi de 5% entre as pessoas ocupadas com 14 anos ou mais, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Anual, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A capital goiana empatou com Campo Grande (MS). O menor percentual foi registrado em Belém (PA), com 4,4%. Manaus (AM) e Florianópolis (SC) apareceram logo acima, ambas com 5,1%.
Boa Vista (RR) liderou o levantamento, com 18,6% dos trabalhadores em atividades noturnas. Rio Branco (AC), com 16,4%, e Aracaju (SE), com 15,3%, vieram na sequência.
Comparação com Goiás e o Brasil
O resultado de Goiânia ficou abaixo dos índices estadual e nacional. Em Goiás, 6,3% das pessoas ocupadas trabalhavam à noite ou parcialmente à noite em 2025. Esse grupo reunia cerca de 241 mil pessoas entre os 3,862 milhões de ocupados.
No Brasil, a proporção foi de 8,4%, o equivalente a aproximadamente 8,637 milhões de pessoas entre os 102,983 milhões de trabalhadores considerados no levantamento. Outros 94,345 milhões, ou 91,6% dos ocupados, trabalhavam exclusivamente durante o dia.
Assim, Goiânia ficou 3,4 pontos percentuais abaixo da média brasileira e 1,3 ponto percentual abaixo do índice de Goiás.
Diferença entre homens e mulheres
Na capital, 5,1% das mulheres ocupadas trabalhavam no período noturno ou parcialmente noturno, contra 4,9% dos homens. A diferença foi de 0,2 ponto percentual.
Em Goiás, o cenário foi inverso: 7% dos homens ocupados trabalhavam em turno noturno ou parcialmente noturno, ante 5,3% das mulheres. No Brasil, os percentuais foram de 9,6% entre os homens e 6,8% entre as mulheres.
Os dados integram o levantamento Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2025, da PNAD Contínua Anual. A análise considera pessoas ocupadas de 14 anos ou mais e permite comparar o trabalho noturno ou parcialmente noturno entre as capitais, Goiás e o Brasil.








