O governo federal prevê riscos de perda na produção agrícola do Centro-Oeste e de problemas no fornecimento de água no Nordeste no ano que vem por causa dos possíveis efeitos do Super El Niño.
Também foram admitidos impactos negativos na navegação e no fornecimento de energia elétrica na região do rio Amazonas. O cenário considerado inclui chuvas abundantes em algumas áreas do país e secas intensas em outras.
Preparação antecipada
As enchentes no Rio Grande do Sul e a seca na Amazônia, ambas em 2024, são apontadas como experiências que contribuíram para reforçar a preparação do país. A avaliação é do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.
Segundo o ministro, a orientação do governo mudou: em vez de esperar os impactos, a prioridade é agir antecipadamente diante dos riscos climáticos associados ao fenômeno.







