El Niño forte exige preparação para impactos climáticos até 2027
Especialistas defendem adaptação, resiliência e cooperação diante de secas, chuvas, incêndios e efeitos na produção agrícola.
Especialistas defendem adaptação, resiliência e cooperação diante de secas, chuvas, incêndios e efeitos na produção agrícola.
Análise de isótopos e radiocarbono relacionou alterações na concha a chuvas ligadas aos ciclones Marcia e Debbie, em Queensland.
Após enchentes e seca em 2024, governo diz que prepara ações antecipadas para enfrentar chuvas intensas e estiagens.
Boletim inclui 94 municípios goianos em condição meteorológica favorável ao surgimento e à propagação de incêndios nesta quarta-feira, 16.
Massa de ar polar derruba as temperaturas no Sul e no Sudeste, enquanto calor e baixa umidade predominam em outras regiões.
Acumulado no Mirante de Santana chegou a 253,8 milímetros nos primeiros 14 dias do mês, informa o Inmet.
Agrodefesa analisa encurtar o vazio sanitário, enquanto produtores divergem sobre os riscos de semear antes de 25 de setembro.
Inmet aponta risco de granizo, tornados e correntes de ar descendentes durante a passagem do sistema pela Região Sul.
Chuvas, alagamentos e interrupções podem prolongar viagens e comprometer a conservação de vacinas, insulinas e medicamentos biológicos.
Boletim aponta que o mês teve recorde global de calor e que o El Niño deve influenciar novas marcas nos próximos meses.
Estudo projeta avanço desigual das áreas secas e inclui o Brasil entre as regiões com maior tendência de secamento.
Capital paulista registrou máxima de 13,6°C nesta segunda-feira, com mínima de 10,1°C no Mirante de Santana.