Poços de Caldas, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Treta em Valadares respinga no suplente de Cleitinho em meio à pré-campanha
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Brasil

Suplente de Cleitinho é citado em disputa política em Governador Valadares

Alex Coelho Diniz foi acusado pelo prefeito Coronel Sandro durante depoimento sobre suspeitas no transporte escolar do município.

Alex Coelho Diniz (PL), primeiro suplente do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), foi envolvido em uma disputa política em Governador Valadares. O empresário pode assumir a vaga no Senado caso o titular seja eleito governador de Minas Gerais no pleito deste ano.

Diniz foi acusado pelo prefeito Coronel Sandro (PL) de participação em uma suposta tentativa de corrupção no transporte escolar e de articulação, com outros empresários, para retirá-lo do cargo. A declaração ocorreu em 23 de abril, durante depoimento no processo que apura possíveis irregularidades no serviço municipal.

O prefeito também é alvo de acusações. Diniz classificou a denúncia como uma cortina de fumaça e afirmou que ela não tem fundamento. O empresário disse ainda que move um processo contra Coronel Sandro por difamação.

Os dois foram aliados na eleição municipal de 2024, vencida pelo prefeito com 52,95% dos votos. A relação terminou em março deste ano. Antes filiado ao Republicanos e vice-presidente da legenda em Minas, Diniz não apoiou Renato do Samaritano, então integrante do mesmo partido, na disputa pela prefeitura. Depois, deixou a sigla e se filiou ao Partido Liberal.

“Fui apoiador, mas, na hora que vi as coisas erradas, fui o primeiro a sair de perto dele”, afirmou o empresário.

Denúncia na Câmara

Nesta sexta-feira (8/5), a Comissão Processante da Câmara de Governador Valadares aprovou por unanimidade o parecer final do relator Lei do Mãe de Deus, que recomenda o prosseguimento da denúncia capaz de resultar no impeachment de Coronel Sandro.

O documento ainda será analisado pelo plenário da Casa, em sessão extraordinária a ser convocada pela Mesa Diretora.

O prefeito acusa o presidente da comissão, vereador Amaral do Povo (Avante), de ter oferecido R$ 200 mil em dinheiro e um carro de R$ 100 mil para que fosse produzido um relatório favorável à cassação. Ele também afirmou que vai apresentar representações criminais e por improbidade, além de pedir o afastamento cautelar dos vereadores e a prisão do presidente da comissão.

Após a votação, Coronel Sandro foi ao Ministério Público. Como o expediente estava terminando, recebeu orientação para retornar na segunda-feira (11/5).

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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