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Tribunal do Rio rejeita recurso de Malafaia em ação movida por Felipe Neto
Brasil

Tribunal do Rio rejeita recurso de Malafaia em ação movida por Felipe Neto

Decisão mantém indenização de R$ 25 mil, mas defesa afirma que o processo ainda está em fase recursal e não tem desfecho definitivo.

O Tribunal de Justiça do Rio rejeitou o recurso apresentado pelo pastor Silas Malafaia em uma ação movida por Felipe Neto. Com a decisão, permanece a condenação para que Malafaia pague R$ 25 mil ao influenciador. Ainda há possibilidade de recurso.

A defesa sustenta que o processo não terminou. O advogado Jorge Vacite Neto afirmou que o caso está em fase recursal e que, até o momento, não existe decisão definitiva sobre uma eventual obrigação de pagamento.

Declarações questionadas

A disputa judicial começou depois de Malafaia publicar declarações contra Felipe Neto. O pastor chamou o influenciador de “bandido” e “canalha”, além de dizer que ele “perverte as crianças e adolescentes através de seus vídeos”. Também afirmou que Neto merecia cadeia por defender a distribuição de uma revista em quadrinhos com imagens de dois homens se beijando.

O episódio está ligado a 2019, quando Marcelo Crivella, então prefeito do Rio de Janeiro, determinou o recolhimento de exemplares de “Vingadores: A Cruzada das Crianças”, da Marvel, expostos na Bienal do Livro. Depois de se manifestar contra o que classificou como censura motivada por homofobia, Felipe Neto comprou todo o estoque da publicação para distribuí-la gratuitamente.

Após a iniciativa, Malafaia divulgou um vídeo criticando o influenciador. Em outra ocasião, voltou a acusá-lo de prejudicar crianças e adolescentes por meio de seus vídeos. Na Justiça, Felipe Neto afirmou que as falas estimularam o ódio e atingiram sua honra ao atribuir a ele crimes que não teria cometido.

Argumentos no julgamento

Malafaia alegou que suas manifestações faziam parte de uma disputa pública sobre educação, costumes e valores culturais. Também disse que não pretendia ofender Felipe Neto pessoalmente, mas criticar posições defendidas por ele em espaço público.

A desembargadora Cláudia Telles de Menezes, relatora do processo, afirmou que críticas e opiniões são permitidas quando feitas com respeito. Para ela, o uso de termos como “bandido” e “canalha” e a acusação de prática criminosa representaram excesso de linguagem.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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