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Viela 36 transforma área abandonada em espaço de convivência em Goiânia
Brasil

Viela 36 transforma área abandonada em espaço de convivência em Goiânia

Projeto reúne áreas verdes, arte, educação, gastronomia e serviços para estimular convivência e formação de crianças, adolescentes e famílias.

A Viela 36, no Setor Marista, em Goiânia, foi revitalizada pela Prefeitura de Goiânia por meio do programa “Adote Uma Praça”. O local, antes associado ao abandono, passou a reunir áreas verdes, arte, cultura, gastronomia, serviços e lazer.

A iniciativa foi apresentada pela médica e empresária Larissa Oliveira Rodrigues Fernandes, moradora da região e representante da LO Assistência Médica Ltda. Ela afirmou que investiu mais de R$ 2 milhões no projeto com o objetivo de promover uma transformação social e educativa, além da recuperação física do espaço.

A empresária contou que observava da janela de sua clínica problemas como sujeira, esgoto, estacionamento irregular e tráfico de drogas envolvendo adolescentes. Em casa, também percebeu que os filhos estavam cada vez mais concentrados nas telas. A partir dessas experiências, decidiu transformar a área em um ambiente de convivência, educação e desenvolvimento humano.

O espaço foi planejado para receber pessoas de diferentes idades. A proposta é que crianças possam descobrir talentos, adolescentes conheçam possibilidades profissionais, famílias permaneçam juntas em um ambiente público e idosos encontrem acolhimento. Para Larissa Oliveira, a Viela deve ser útil e estimular disciplina, convivência, trabalho, cuidado com a cidade e participação social.

Educação ao ar livre

Um dos eixos do projeto é o percurso educativo voltado a crianças e adolescentes. A Viela 36 está cercada por cinco escolas, com aproximadamente seis mil estudantes. Por isso, a idealizadora afirma que o local foi pensado para oferecer experiências práticas, e não apenas um espaço de circulação ou fotografias.

O percurso trabalha quatro dimensões: descobrir dons, desenvolver capacidades, aprender a conviver e transformar a formação em entrega e serviço. A proposta também aproxima os estudantes de empresas e profissionais, mostrando como produtos e serviços são desenvolvidos.

A Casa do Marceneiro foi a primeira empresa a aderir ao conceito de Empresa Escola Educadora. Em parceria com a Carpintaria Chapéu, a atividade permite que pais e filhos conheçam a história da empresa e aprendam o processo de construção de uma casa de passarinho.

Projeto como referência

Para Larissa Oliveira, a iniciativa pode inspirar outros espaços em Goiânia, mas não deve ser copiada sem considerar os princípios que orientaram sua criação. Ela defende a participação conjunta do poder público, da iniciativa privada, das escolas, dos artistas, dos profissionais e da comunidade.

Na avaliação da médica, uma transformação urbana permanente depende de função, programação, segurança, educação, manutenção e participação comunitária. A expectativa é que a Viela 36 seja reconhecida como um lugar de convivência, formação cidadã e aprendizado entre gerações.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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