Poços de Caldas, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
A próxima viagem começa aqui
Bolsas europeias sobem nesta sexta, mas acumulam perdas na semana
Câmbio e custos

Bolsas europeias sobem nesta sexta, mas acumulam perdas na semana

Recuo do petróleo e dos rendimentos dos títulos ajudou os mercados, enquanto a inflação da zona do euro chegou a 3,8% em setembro.

As principais bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira (2), apoiadas pela queda nos preços do petróleo e pelo recuo dos rendimentos dos títulos soberanos. Mesmo assim, os mercados acionários terminaram a semana no vermelho.

O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,69%, aos 630,95 pontos. Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,32%, aos 10.461,95 pontos. O DAX, de Frankfurt, teve alta de 1,17%, aos 25.231,20 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, ganhou 0,79%, aos 7.897,19 pontos.

No acumulado da semana, porém, os quatro índices registraram perdas. O Stoxx 600 caiu 1,21%; o FTSE 100 recuou 0,70%; o DAX perdeu 2,18%; e o CAC 40 baixou 2,24%.

O setor de tecnologia liderou os ganhos do Stoxx 600, com alta de 2,63%. A mineração avançou 2,02%. Na direção oposta, os bancos recuaram 0,25%, e as ações de automóveis caíram 0,19%.

A melhora no humor dos investidores ocorreu depois de um dia de maior percepção de risco, quando o projeto orçamentário apresentado pela França pressionou o mercado de dívida pública. Nesta sexta-feira, o anúncio da União Europeia (UE) sobre a liberação de estoques adicionais de petróleo bruto e diesel ajudou a reduzir as preocupações relacionadas à oferta de energia.

No fim do pregão europeu, o contrato mais líquido do Brent era negociado a US$ 101,20 por barril, com queda de 1,06% em relação ao ajuste anterior.

Inflação na zona do euro

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu para 3,8% em setembro, na comparação anual. Foi o nível mais alto em três anos, influenciado pelo aumento dos preços de energia. O resultado ficou acima do consenso de 3,6% dos economistas consultados pelo The Wall Street Journal.

A Europa é particularmente sensível aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio por depender da importação de energia na região.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5