A liquidação do Will Bank, que integrava o conglomerado do Banco Master, colocou a Mastercard e as adquirentes em uma disputa sobre os pagamentos ligados aos cartões da fintech.
A bandeira, responsável pelo arranjo de pagamentos, honrou as compras feitas à vista. Esses valores são repassados aos lojistas em até 28 dias (D28) e representariam mais ou menos metade do volume total do Will Bank, estimado em cerca de R$ 5 bilhões.
Parte do volume segue em discussão
O impasse envolve a outra metade do volume movimentado pela fintech. Enquanto a Mastercard assumiu os pagamentos à vista, as adquirentes discutem quem deve responder pelos valores restantes.
A definição pode levar as empresas a buscar a Justiça contra a bandeira. O caso passou a concentrar a disputa entre os participantes do arranjo de cartões após a liquidação do Will Bank.








