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Petróleo e Treasuries pressionam bolsas americanas nesta quinta-feira
Câmbio e custos

Petróleo e Treasuries pressionam bolsas americanas nesta quinta-feira

Alta do petróleo e dos juros dos títulos dos EUA levou Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq a fecharem em queda.

As bolsas americanas fecharam em queda nesta quinta-feira, pressionadas pela alta dos preços do petróleo e pelo avanço dos juros dos Treasuries. O movimento ganhou força após o Tesouro dos Estados Unidos informar uma recompra de títulos abaixo do limite anunciado anteriormente.

O Dow Jones recuou 0,60%, aos 52.064,10 pontos. O S&P 500 caiu 0,58%, para 7.591,70 pontos, enquanto o Nasdaq perdeu 0,65%, aos 26.081,72 pontos. Os setores de comunicação e consumo foram os únicos a terminar o pregão no positivo, com alta modesta.

A divulgação do índice de preços ao produtor americano (PPI), apesar de ter ficado em linha com o consenso, aumentou a percepção de que o processo de desinflação nos Estados Unidos pode ter sido interrompido. Dados compilados pelo CME Group mostraram que as apostas em uma alta dos juros passaram de 61,2%, ontem, para 70% hoje. Já a expectativa de manutenção das taxas caiu de 38,8% para 30% hoje.

O mercado aguarda, amanhã, a divulgação do CPI, que deve oferecer mais informações sobre o rumo da política monetária americana.

O Tesouro dos Estados Unidos comprou US$ 5,19 bilhões em títulos, abaixo do teto de US$ 6 bilhões anunciado ontem. A operação ampliou a frustração dos investidores e contribuiu para a aceleração dos rendimentos dos Treasuries.

Perto do fim do pregão em Nova York, a taxa da T-note de dez anos avançava de 4,844% para 4,950%. O rendimento do T-bond de 30 anos subia de 5,293% para 5,360%.

A alta dos juros já vinha antes dos dados, acompanhando a disparada do petróleo. O Brent para novembro subiu 6,34%, a US$ 107,63 por barril. O WTI e o Brent chegaram à faixa de três dígitos, em meio à redução da produção de óleo bruto da Arábia Saudita e à pressão dos houthis, do Iêmen, sobre o Estreito de Bab el-Mandeb.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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