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Alego anuncia devolução de R$ 550 milhões para obras em Goiás
Brasil

Alego anuncia devolução de R$ 550 milhões para obras em Goiás

Recursos economizados no orçamento da Assembleia devem financiar infraestrutura, com prioridade para a duplicação de rodovias estaduais.

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) anunciou a devolução de R$ 550 milhões ao Tesouro Estadual para financiar obras de infraestrutura no estado. O repasse, anunciado em maio de 2026, reúne recursos economizados no orçamento da instituição e é, segundo a própria Casa, o maior já destinado ao Executivo.

A prioridade será a duplicação de rodovias estaduais. Entre as ligações previstas estão Goiânia–Nova Veneza, Goiânia–Orizona e Bela Vista de Goiás–Catalão.

Como o dinheiro foi economizado

Os recursos vieram do duodécimo, transferência usada para custear as atividades da Assembleia. A Alego atribui a economia à revisão de contratos, às mudanças na gestão da frota e à redução das despesas de funcionamento.

O valor supera os repasses feitos nos primeiros anos da atual gestão. Em 2023, a Assembleia devolveu mais de R$ 13 milhões ao Estado. Em 2024, a quantia ultrapassou R$ 18 milhões.

Bruno Peixoto (UB), presidente da Alego, afirmou que a redução de gastos no Legislativo permite ampliar investimentos em serviços e obras. “O dinheiro que economizamos na Assembleia volta para a população em investimentos que melhoram a vida dos goianos”, disse.

Transparência e controle interno

A Assembleia alcançou 99,85% na avaliação de transparência de 2025 e recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo Diamante do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP), classificação mais alta do programa.

O índice era de 97,36% em 2023, primeiro ano de Bruno Peixoto na presidência, quando a Alego ficou em primeiro lugar entre os legislativos estaduais brasileiros. Em 2024, a marca subiu para 99,67%.

A avaliação considera a divulgação de informações públicas, o acesso aos dados institucionais e o cumprimento das exigências de transparência. Segundo a Assembleia, a evolução acompanha a digitalização de processos, o controle de despesas e o aprimoramento dos procedimentos internos.

Ao fim de 2025, a instituição concluiu o mapeamento de riscos de todas as unidades, conforme balanço do Comitê Central de Compliance. O levantamento faz parte dos mecanismos de controle da administração.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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