Poços de Caldas, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Post antigo de Nikolas dizendo que Virgem Maria foi estuprada viraliza nas redes
Foto: Marina Uezima/Brazil Photo Press via AFP/Montagem/X
Brasil

Post atribuído a Nikolas Ferreira sobre Virgem Maria volta a circular

Mensagem antiga, publicada antes da projeção nacional do deputado, ganhou alcance em meio a debates sobre religião e política para 2026.

Uma postagem antiga atribuída ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), com conteúdo ofensivo à figura da Virgem Maria e ao cristianismo, voltou a circular nas redes sociais. A mensagem teria sido publicada em 2014, quando o parlamentar ainda não tinha projeção nacional, e passou a ganhar alcance em meio às discussões sobre religião e política para a eleição de 2026.

O conteúdo é associado a uma conta que Nikolas mantinha no antigo Twitter, hoje X. A veracidade da publicação foi confirmada pelo Grok, inteligência artificial da plataforma de Elon Musk, descrito como aliado declarado do deputado nos Estados Unidos.

Repercussão nas redes

A mensagem já circulava desde 2025, em republicações feitas por usuários, mas voltou a ser compartilhada após a polêmica envolvendo Flávio Bolsonaro e um projeto relacionado ao título de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil.

Flávio Bolsonaro passou a ser questionado nas redes por declarações sobre a relação entre Estado e religião. Adversários também associaram o senador a uma proposta apresentada em 2007 pelo então deputado Professor Victório Galli, aliado de Jair Bolsonaro.

O projeto sugeria alterar a Lei 6.802/1980 para restringir a referência a Nossa Senhora Aparecida como padroeira aos católicos apostólicos romanos. A Câmara dos Deputados arquivou o texto em 2008. Flávio Bolsonaro negou que pretendesse retomar a medida.

Até a publicação, Nikolas Ferreira não havia se manifestado sobre o conteúdo específico atribuído a ele.

Nesta semana, a CNBB defendeu a participação consciente dos eleitores, o respeito às instituições e o combate à desinformação. A AFROBRAS também criticou discursos que, segundo a entidade, poderiam ameaçar a liberdade religiosa.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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