GOIÂNIA — O varejo alimentar reúne 26.823 estabelecimentos ativos em Goiás, distribuídos pelos 246 municípios do estado, de acordo com levantamento do Observatório Econômico da Associação Goiana de Supermercados (AGOS). Minimercados e mercearias de bairro representam 64,1% desse total. Juntas, as atividades respondem por quase 14% do PIB goiano e sustentam cerca de 120 mil empregos diretos.
Esse cenário estará no centro da 23ª edição da SuperAgos, marcada para os dias 22 e 24 de setembro, no Centro de Convenções de Goiânia. A feira terá mais de 200 marcas confirmadas e busca elevar em cerca de 10% a movimentação financeira registrada no ano passado, quando alcançou R$ 312,5 milhões.
O evento será promovido pela AGOS e terá entrada restrita a profissionais do setor. Entre os participantes estão supermercadistas, atacarejistas, donos de restaurantes, hotéis, padarias, açougues e hortifrutis. A proposta é aproximar fornecedores, compradores e responsáveis pelas decisões nas empresas.
“A SuperAgos se tornou um ambiente estratégico porque reúne quem produz, quem fornece, quem compra e quem efetivamente toma decisões dentro das empresas”, afirma Sirlei Antônio do Couto, presidente da AGOS. Segundo ele, a feira também pretende oferecer conhecimento e soluções para a operação dos negócios.
A edição anterior recebeu 25 mil visitantes de 7,5 mil empresas. A força de atração do encontro alcança empresários do Distrito Federal, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.
Palestras e soluções para o varejo
A programação terá mais de 15 especialistas e abordará temas como inteligência de pricing, redução de perdas operacionais com tecnologia e retenção de lideranças. A abertura, no dia 22, será feita por Caito Maia, fundador da Chilli Beans, com a palestra “Se parar, o sangue esfria”.
O ator e palestrante Rafael Cortez falará sobre o “Impacto da Autenticidade” diante do avanço da inteligência artificial e do desafio de equilibrar automação e toque humano nos negócios.
Para Augusto Almeida, superintendente da AGOS, a curadoria considera referências de grandes encontros nacionais e internacionais. O objetivo é selecionar tecnologias, formatos e experiências para apresentar ao mercado local.








