Poços de Caldas, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
A próxima viagem começa aqui
Âmbar prevê R$ 5,5 bilhões para modernizar rede elétrica do Amazonas
Foto: Reprodução/Âmbar Energia
Câmbio e custos

Âmbar prevê R$ 5,5 bilhões para modernizar rede elétrica do Amazonas

Plano prevê aportes até 2031, novas subestações, troca de cabos e ações para reduzir perdas de energia no estado.

A Âmbar Energia planeja investir R$ 5,5 bilhões na concessão de distribuição de energia do Amazonas até 2031. Do total, R$ 3,9 bilhões serão aplicados com recursos próprios, enquanto o restante virá de repasses do governo federal.

A empresa, que faz parte do Grupo J&F, assumiu a concessão da Amazonas Energia em abril deste ano. A operação também envolveu a Roraima Energia, incorporada pela companhia em junho deste ano. As duas distribuidoras pertenciam à Oliveira Energia.

Obras e modernização da rede

O plano apresentado à Assembleia Legislativa do Amazonas prevê a troca de cabos, a ampliação da rede de distribuição, a revitalização e a construção de subestações, além da adoção de novas tecnologias. As intervenções foram definidas a partir das necessidades consideradas mais urgentes na área desde a transferência da concessão.

A distribuição no estado registra perdas de energia: 44% do volume injetado na rede não é faturado. Entre os motivos estão desvios e ligações irregulares. A Âmbar informou que pretende modernizar a infraestrutura, instalar sistemas de monitoramento e promover ações de regularização para reduzir gradualmente esse índice.

Recursos do Luz para Todos

Parte dos investimentos será financiada pelo governo federal por meio do Programa Luz para Todos. O dinheiro será destinado à ampliação da infraestrutura de distribuição no Amazonas.

Até 2028, a previsão é construir 12 novas subestações. Esse número pode chegar a 15 em cinco anos.

A transferência da concessão ocorreu depois de uma medida provisória publicada pelo governo em 2024. A norma flexibilizou contratos da Amazonas Energia e retirou, naquele momento, a obrigação de a empresa assumir alguns encargos. A Agência Nacional de Energia Elétrica não aprovou a negociação antes de a medida provisória perder a validade. Depois de disputas, inclusive judiciais, a agência reguladora também autorizou a operação.

Em 2023, a Aneel havia recomendado a caducidade da concessão da Amazonas Energia. O processo, porém, terminou com a mudança de controle da distribuidora.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5