Poços de Caldas, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
A próxima viagem começa aqui
Cultura

Ficção científica de Tiago Melo percorre festivais antes de chegar aos cinemas

“Yellow Cake” se passa em Picuí e acompanha cientistas que tentam erradicar o mosquito transmissor da dengue.

O filme “Yellow Cake”, dirigido pelo pernambucano Tiago Melo, terá exibições em festivais no Brasil e no exterior antes da chegada aos cinemas, marcada para 26 de novembro. A produção teve estreia mundial no Festival de Roterdã e também passou pelo Olhar de Cinema, em Curitiba, na primeira exibição brasileira.

Em outubro, entre os dias 8 e 18, o longa será apresentado no primeiro festival de cinema fantástico do mundo, na Espanha. A programação inclui ainda o Festival Internacional de Cine de la UBA, na Argentina; o CineEco Seia, em Portugal; o Los Angeles Latino Internacional Film Festival (Laliff), nos Estados Unidos; e o Bildrausch Filmfest Basel, na Suíça.

Uma experiência científica em Picuí

A trama é ambientada em Picuí, no Sertão paraibano, em um Brasil quase distópico. Um grupo de cientistas desenvolve um experimento para tentar erradicar o Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue. Chamado de “Yellow Cake”, o teste conta com Rúbia Ribeiro, física nuclear interpretada por Rejane Faria.

O elenco reúne Tânia Maria, Rejane Faria, Valmir do Côco, Rosa Malagueta, Spencer Callahan, Wolfgang Pannek, Alli Willow, Galeguinho Zé Matias e Severino Dadá. Tânia Maria também esteve em “O Agente Secreto” (2025), dirigido por Kleber Mendonça Filho.

Da pesquisa documental à ficção

O projeto foi concebido a partir do curta documental “Urânio Picuí”, realizado com Tiago Melo à frente e participação de Antônio Carrilho. A abordagem do curta trata da exploração de terras raras no Brasil pelos Estados Unidos durante a Segunda Grande Guerra. Melo também dirigiu “Azougue Nazaré” (2018).

A produção é da Lucinda Filmes, Urânio Filmes e Jaraguá Produções, com coprodução da Cinemascópio e da Olhar Filmes, responsável pela distribuição nos cinemas brasileiros. O longa recebeu patrocínio do BNDES e recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, do Funcultura, do Sic Recife e da Lei Paulo Gustavo. Também contou com incentivos do edital do BNDES para distribuição e com recursos do Funcultura para comercialização.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5