Projeção do Deutsche Bank sustenta alta das ações em Nova York
Índices avançam nesta segunda-feira, enquanto investidores monitoram Treasuries, petróleo e discursos do Federal Reserve ao longo da semana.
Índices avançam nesta segunda-feira, enquanto investidores monitoram Treasuries, petróleo e discursos do Federal Reserve ao longo da semana.
Presidente do Fed de Minneapolis apoiou o aumento de juros de 0,25 ponto percentual na semana passada.
Michelle Bowman apresentou em Londres uma avaliação sobre a quebra do banco e reabriu divergências com Michael Barr dentro do Fed.
Contratos locais tiveram pouca variação, enquanto os mercados de renda fixa dos Estados Unidos e da Europa registraram alta nos rendimentos.
Nasdaq avançou 0,39%, enquanto Dow Jones recuou 0,18% em sessão com poucos direcionadores econômicos.
Dirigente do Fed de Kansas City apoiou a alta de juros desta semana e disse que a economia dos Estados Unidos mantém bom desempenho.
Equipe do banco central americano identificou riscos no SVB em março de 2022, mas não exigiu medidas rápidas para reduzir as vulnerabilidades.
Banco revisou o cenário e agora estima duas altas nos juros americanos antes de eventual retomada dos cortes.
Elevação das taxas pelo banco central dos EUA, apesar dos protestos do presidente, afasta a hipótese de submissão de Warsh.
Presidente americano voltou a criticar o Federal Reserve após a elevação da taxa para uma faixa entre 3,75% e 4% ao ano.
Contrato de ouro para setembro subiu 1,27%, para US$ 4.346,30 por onça-troy, enquanto o mercado aguarda a decisão do Federal Reserve.
Projeções do banco central americano também apontam desemprego menor e crescimento mais forte nos Estados Unidos.
Decisão unânime elevou a taxa em 0,25 ponto percentual, no primeiro aumento desde julho de 2023.
Investidores aguardam a decisão do Federal Reserve e sinais sobre os próximos passos da política monetária americana.
A criptomoeda era negociada perto de US$ 75 mil enquanto o mercado aguardava a decisão de juros do Federal Reserve.
Dólar à vista era negociado a R$ 5,1462, enquanto investidores projetavam alta dos juros nos EUA e corte na Selic.
Taxas acompanham o movimento externo, influenciadas pela queda do petróleo e pela expectativa sobre a política monetária.
Corte da Selic e possível alta nos EUA já estão precificados; comunicação dos bancos centrais será o principal foco do mercado.