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Regularização em Goiânia beneficia 813 famílias com escrituras sem custo
Brasil

Regularização em Goiânia beneficia 813 famílias com escrituras sem custo

Moradores dos Residenciais Fortaleza e Juscelino Kubitschek I e II aguardam a documentação desde 1988 e 2009, respectivamente.

A Prefeitura de Goiânia autorizou a regularização dos Residenciais Fortaleza e Juscelino Kubitschek I e II. A medida alcança 813 famílias, que receberão as escrituras dos imóveis registradas sem custo.

No Residencial Juscelino Kubitschek I e II, vivem 646 famílias que esperam pela documentação desde 2009. Com a autorização assinada pelo prefeito Sandro Mabel nesta segunda-feira, 28, a prefeitura começa os procedimentos para regularizar as propriedades.

Mabel também afirmou que a administração pretende realizar obras de drenagem e pavimentação no Residencial JK. Para o prefeito, o reconhecimento oficial do bairro permitirá que a prefeitura invista na área. “Hoje nasce esse bairro”, disse.

Espera pela documentação

No Residencial Fortaleza, os moradores aguardam as escrituras desde 1988. Durante a assinatura, Mabel afirmou que a regularização permitirá o reconhecimento formal do bairro e a entrega dos documentos aos proprietários.

O custo estimado de cada escritura é de aproximadamente R$ 14,5 mil, mas o valor não será cobrado das famílias. “Vocês vão receber a escritura passada, registrada no nome de vocês, sem custo nenhum”, declarou o prefeito.

A regularização fundiária integra um programa mais amplo da Prefeitura de Goiânia, que, segundo Mabel, trabalha para regularizar 40 mil imóveis que ainda aguardam a documentação definitiva.

Propriedade formalizada

O secretário municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Juliano Santana, afirmou que a medida formaliza o direito das famílias sobre os imóveis onde vivem. Segundo ele, a documentação também amplia as possibilidades de negociação, transmissão e valorização do patrimônio construído pelos moradores.

Geraldo Ferreira Campos, morador do Residencial Fortaleza há cerca de 20 anos, afirmou que espera a escritura há muitos anos e que a documentação deve valorizar a moradia. No Residencial JK, Maria Brandina da Silva relatou que os moradores enfrentaram dificuldades para construir e realizar outras ações na área antes da regularização.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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