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PGR diz que não tinha acesso a petição liberada por Mendonça no caso Master
Foto: Edson Fachin e André Mendonça Foto de Fellipe Sampaio STF
Brasil

PGR diz que não tinha acesso a petição liberada por Mendonça no caso Master

Documento ligado às investigações do Banco Master foi retirado do sigilo após pedido de Alexandre de Moraes e decisão de Edson Fachin.

A Procuradoria-Geral da República afirmou que não sabia da existência da Petição 15.645, relacionada às investigações sobre o Banco Master, antes de ser consultada sobre a retirada do sigilo. O procedimento não aparecia para consulta no sistema do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo o vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho.

Mesmo sem acesso anterior ao documento, a PGR se posicionou a favor da liberação. O órgão considerou que, diante da relevância atribuída à petição para que os ministros compreendessem o conjunto dos fatos, o conteúdo deveria ficar disponível aos integrantes da Corte.

A decisão de tornar o procedimento público foi executada pelo ministro André Mendonça nesta segunda-feira, 14. Ele era o responsável pela petição e cumpriu determinação de Edson Fachin, presidente do STF.

Pedido e decisão no Supremo

Fachin acolheu uma solicitação apresentada por Alexandre de Moraes, que havia encaminhado um ofício ao presidente da Corte no domingo, 13. Moraes pediu que o procedimento fosse liberado durante a discussão sobre quais documentos do caso Master deveriam ser acessíveis aos ministros antes do julgamento.

A manifestação favorável da PGR foi considerada por Fachin ao determinar a abertura do procedimento e o levantamento do sigilo por Mendonça. A petição estaria ligada a registros de pagamentos e contatos atribuídos ao banqueiro Daniel Vorcaro, apontado como personagem central das apurações envolvendo o banco.

A liberação ocorre antes da sessão prevista para esta terça-feira, 15, quando o STF poderá decidir sobre a abertura de investigação envolvendo Moraes. O acesso aos documentos do caso tem sido discutido entre ministros da Corte por meio de solicitações, ofícios e decisões recentes.

Ao explicar por que a petição não havia sido mencionada anteriormente, Hindenburgo Chateaubriand Filho declarou: “Ela não aparece visível à PGR no sistema do STF”.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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