Lawfare, STF e soberania entram no centro da crítica a André Mendonça
Cleide Martins relaciona a atuação do ministro a disputas sobre juiz natural, Estado, comunicação e uso político do sistema de Justiça.
Cleide Martins relaciona a atuação do ministro a disputas sobre juiz natural, Estado, comunicação e uso político do sistema de Justiça.
Levantamento identificou 24 contas dedicadas ao ministro, com mudanças de nome e divulgação coordenada por perfis bolsonaristas.
Recursos foram repassados por meio de mútuo conversível; instituto afirma que iniciou a devolução em janeiro deste ano.
Embalagens de celulares, notebooks e pendrives permitiam acesso aos dispositivos antes dos exames no Instituto de Criminalística.
Ministro retirou voto favorável à reunião dos procedimentos e deixou o placar em 4 a 3 pela tramitação separada.
Plenário retoma o julgamento às 14h e deve definir a ordem dos casos, previstos para análise em 23 de setembro.
Em manifestação ao STF, ministro nega ter ajudado Daniel Vorcaro e questiona a legalidade da investigação conduzida por André Mendonça.
Documento ligado às investigações do Banco Master foi retirado do sigilo após pedido de Alexandre de Moraes e decisão de Edson Fachin.
Decisões de André Mendonça determinaram bloqueios de até R$ 125,6 milhões em investigações sobre o Banco Master.
Paulo Henrique Costa foi preso em 16 de abril; operação apreendeu pistolas, espingardas, fuzis, munições e um Volkswagen T-Cross.
Candidato do Avante declarou apoio a André Mendonça e criticou a polarização associada a Lula e Flávio Bolsonaro.
Caio Alcântara Pires Martins questiona a legitimidade, os instrumentos e a competência usados em decisões tomadas no caso Banco Master.