Os juros futuros encerraram a quarta-feira (30) em queda moderada ao longo da curva a termo. O movimento foi apoiado pelo bom humor dos investidores às vésperas do primeiro turno das eleições presidenciais, mas perdeu força diante da alta dos títulos do Tesouro americano.
As taxas de longo prazo dos Treasuries avançaram e atingiram máximas em mais de duas décadas. No mercado brasileiro, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 terminou estável em relação ao ajuste anterior, a 13,55%.
O DI com vencimento em janeiro de 2028 recuou de 13,575% para 13,55%. A taxa para janeiro de 2029 caiu de 13,79% para 13,765%, enquanto o contrato para janeiro de 2031 passou de 13,98% para 13,945%.
Títulos americanos
Na reta final do pregão em Nova York, a taxa da T-note de dez anos subia de 5,249% para 5,307%. A taxa do T-bond de 30 anos avançava de 5,571% para 5,647%.
Nas máximas intradiárias, os juros dos títulos chegaram a 5,310% e 5,655%, respectivamente. A pressão externa reduziu o ritmo de baixa dos juros futuros brasileiros, que inicialmente indicavam uma queda mais forte antes do encerramento das negociações.






