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Presidente diz que mudança na jornada deve avançar antes da próxima posse
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Presidente diz que mudança na jornada deve avançar antes da próxima posse

Em entrevista, Lula também criticou o peso das emendas parlamentares e defendeu o fim dos fundos eleitorais e partidários.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a proposta para acabar com a escala de trabalho 6 por 1 deverá ser aprovada ainda neste ano, antes da posse do próximo presidente. A declaração foi dada nesta quarta-feira (30), durante entrevista a youtubers progressistas exibida no canal Cosmo Política.

Lula, que é candidato à reeleição, tratou a aprovação como certa. “É inexorável, ela vai ser aprovada”, afirmou. Ele não apresentou, na entrevista, uma data específica para a votação.

Pressão sobre o Congresso

Questionado sobre a possibilidade de o governo estimular mobilizações populares para pressionar o Congresso, o presidente disse que não é costume no Brasil convocar a população para ir às ruas contra o Legislativo ou o próprio governo.

Na avaliação de Lula, os movimentos sociais devem conduzir suas próprias ações e reivindicações. Ele afirmou que a pressão organizada por esses grupos pode contribuir para a aprovação de pautas defendidas pelo governo.

O presidente também criticou o volume atual das emendas parlamentares. Segundo Lula, não há outro país em que o Congresso fique com 50% do orçamento da União.

Agências reguladoras e fundos

Durante a entrevista, Lula disse ainda que o Congresso passou a controlar a indicação de integrantes de agências reguladoras. Para ele, a presença de representantes de empresários escolhidos por senadores é um equívoco, porque a definição das políticas públicas deve caber ao governo.

O presidente também mudou de posição sobre os fundos eleitorais e partidários. Ele afirmou que já foi favorável a esses mecanismos, mas agora é contra. Na avaliação dele, os fundos levaram os partidos políticos a uma relação de promiscuidade.

Lula disse que, caso dependa de sua vontade pessoal, trabalhará para extinguir os fundos. Por essa razão, declarou ser favorável a uma nova reforma política no país.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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