Os preços do petróleo reduziram os ganhos no mercado internacional nesta quinta-feira (24), depois de terem subido mais de 4%. A mudança trouxe algum alívio para ativos globais e domésticos, que também se afastaram das mínimas da sessão.
Negociadores dos Estados Unidos e do Irã discutem um acordo em fases para encerrar o conflito no Oriente Médio e liberar o Estreito de Ormuz. A notícia interrompeu parte da alta da commodity, que havia levado as cotações às máximas do dia.
Por volta de 14h (de Brasília), na Intercontinental Exchange (ICE), o barril do petróleo Brent para novembro subia 2,16%, a US$ 105,31. A cotação chegou a US$ 108 na máxima. No mesmo horário, o petróleo WTI para entrega no mesmo mês avançava 2,19%, a US$ 94,18.
Reflexos nos mercados
A desaceleração do petróleo também apareceu nos juros dos Treasuries e no dólar, que se afastaram das máximas. O índice DXY, que acompanha a moeda americana diante de seis moedas principais, registrava alta de 0,11%, aos 101,214 pontos.
A taxa da T-note de dez anos subia de 5,116% para 5,139%. Em Nova York, o S&P 500 ganhou força e avançava 0,10%, enquanto o Nasdaq subia 0,11%.
No mercado local, o Ibovespa recuava 0,44%, aos 185.002 pontos, distante da mínima do dia. O dólar avançava 0,29%, cotado a R$ 5,1830, depois de superar R$ 5,20 na máxima.
A taxa do DI para janeiro de 2031 passava de 13,965% para 14,00%, também abaixo da máxima de 14,13% registrada na sessão.







