PARIS — Sabrina Sato, Luiza Possi e Adriana Lima viajaram à França para acompanhar o retorno de Céline Dion aos palcos. As brasileiras estiveram na Plenitude Arena, em Nanterre, na região metropolitana de Paris, onde a cantora canadense realiza uma temporada de apresentações.
A série de shows marca o primeiro compromisso regular de Céline com o palco em mais de seis anos. A carreira ao vivo da artista foi interrompida pela pandemia e, depois, pelos problemas de saúde relacionados à síndrome da pessoa rígida.
A estreia aconteceu em 12 de setembro, diante de uma arena lotada. Emocionada, Céline chorou nos primeiros minutos e agradeceu ao público pela espera. A temporada, anunciada inicialmente com dez datas, foi ampliada para 26 apresentações, distribuídas entre setembro e outubro deste ano e maio de 2027.
A presença das brasileiras
Sabrina Sato publicou registros da passagem por Paris e mostrou a produção escolhida para a noite do concerto. “Me arrumei toda pra ela. Céline Dion em Paris”, escreveu a apresentadora, que também destacou a influência da cantora na música e na moda.
Luiza Possi esteve na cidade com a família e definiu o espetáculo como a realização de um sonho. A cantora publicou um vídeo antes da apresentação e tentou mobilizar os seguidores para que uma mensagem sua chegasse a Céline.
Adriana Lima gravou um depoimento dentro da arena depois do show. A modelo contou que acompanhava a carreira da canadense havia anos, mas que aquela tinha sido a primeira vez em que a viu cantar ao vivo. Para Adriana, a apresentação também se destacou pela conexão de Céline com o público, pela energia e pela interpretação de músicas capazes de despertar lembranças.
A modelo afirmou ainda ter ficado especialmente impressionada ao ouvir Céline cantar ópera.
Retorno após problemas de saúde
Céline revelou em 2022 que havia recebido o diagnóstico de síndrome da pessoa rígida, uma doença neurológica autoimune rara. A condição pode provocar rigidez muscular e espasmos intensos. Segundo relatos da própria cantora, as crises chegaram a causar fraturas nas costelas e afetaram os músculos envolvidos na respiração e no canto.
Durante o afastamento, ela fez aparições pontuais. A mais conhecida ocorreu na abertura das Olimpíadas de Paris, em 2024, quando interpretou “Hymne à l'amour”, de Édith Piaf, na Torre Eiffel.
A temporada iniciada em setembro representa a retomada de um espetáculo completo e de uma sequência regular de apresentações, algo que não acontecia desde 2020.








