O Banco Master desembolsou pouco mais de R$ 265 milhões com escritórios de advocacia em 2024, ano anterior à liquidação da instituição. O valor representou um aumento de quase 180% nos gastos jurídicos, conforme auditoria realizada pela PwC.
O trabalho foi contratado pelo Banco de Brasília (BRB) durante as tratativas para uma possível aquisição do banco de Daniel Vorcaro. A operação, no entanto, acabou sendo vetada pelo Banco Central.
Na avaliação da PwC, o crescimento das despesas indicaria que o Banco Master estava sujeito a possíveis riscos financeiros e reputacionais, associados à necessidade de utilizar serviços jurídicos. O documento analisou os gastos da instituição com escritórios de advocacia no período anterior à liquidação.
A auditoria integra as informações levantadas durante a negociação envolvendo o BRB e o Banco Master. A operação não avançou após o veto do Banco Central.







