SÃO PAULO — Declarações de John Williams, presidente da distrital do Federal Reserve (Fed) de Nova York, reduziram a pressão nos mercados financeiros. Após o aperto monetário realizado neste mês, o dirigente afirmou que não há necessidade de urgência, em uma sinalização favorável a juros mais baixos.
A reação apareceu nos rendimentos dos Treasuries. Por volta das 16h20 (de Brasília), a taxa do título com vencimento em 2 anos caiu de 4,935%, no fechamento anterior, para 4,899%. Já o rendimento do papel de 10 anos subiu de 5,244% para 5,261%, enquanto o de 30 anos avançou de 5,552% para 5,602%.
O índice DXY, que acompanha o desempenho do dólar diante de uma cesta de seis moedas fortes, registrava alta de 0,18%, aos 101,375 pontos.
Mercado local
No Brasil, os juros futuros atingiram as mínimas do dia. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2027 passou de 13,56%, no ajuste anterior, para 13,555%. O DI de janeiro de 2028 recuou de 13,665% para 13,570%; o de janeiro de 2029 caiu de 13,90% para 13,790%; e o de janeiro de 31 passou de 14,05% para 13,975%.
O dólar comercial caía 0,22% ante o real, cotado a R$ 5,2136. O Ibovespa subia 0,24%, aos 183.430 pontos, próximo da máxima do dia, de 183.780 pontos.
Em Nova York, o Dow Jones recuava 0,23%, aos 51.363,62 pontos. O S&P 500 caía 0,14%, aos 7.673,93 pontos, e o Nasdaq operava perto da estabilidade, com variação de -0,02%, aos 26.813,688 pontos.







