As condições financeiras seguem restritivas no Brasil, mesmo com a queda da Selic e a valorização da bolsa às vésperas da eleição. A taxa básica está em 13,75% e recua de forma gradual, enquanto os juros de longo prazo continuam pressionados no país e no exterior.
Esse cenário passou a se refletir nos mercados desde março, no início da guerra no Irã. O movimento tem sido conduzido principalmente pela renda fixa, em meio ao aumento do risco externo.
Pressão fiscal
A piora fiscal e o crescimento da dívida pública também influenciam o comportamento dos juros de mercado no Brasil. Com esse quadro, o mercado exige prêmios de risco elevados, o que reduz o espaço para um alívio mais amplo nas condições financeiras.
A combinação entre juros longos pressionados no Brasil e no exterior e a queda lenta da Selic limita o efeito positivo da valorização da bolsa sobre a economia.







