A XP Asset abandonou o modelo tradicional de cobrança de fundos multimercados, baseado em 2% de taxa de administração e 20% de performance sobre o resultado acima do CDI. A mudança abriu uma discussão entre analistas sobre a remuneração praticada pela indústria no Brasil.
A gestora, uma das maiores do país, reduziu pela metade a taxa de administração e aumentou a parcela de performance. Os novos percentuais não foram informados.
Debate sobre a remuneração
A decisão ocorre em um ambiente de debandada dos fundos multimercados. Analistas elogiaram e criticaram a alteração, mas avaliam que as gestoras de fundos macro deveriam rever o modelo de cobrança para aproximá-lo dos interesses dos cotistas.
O CDI, usado como referência para a cobrança de performance, segue próximo da Selic. Para os analistas, o formato conhecido como “2 com 20” não funciona para todos os fundos.







