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XP muda taxas e reacende debate sobre modelo de fundos no Brasil
Foto: Anna Carolina Negri/Valor
Câmbio e custos

XP muda taxas e reacende debate sobre modelo de fundos no Brasil

A gestora reduziu pela metade a taxa de administração e elevou a cobrança de performance, provocando reações no mercado.

A XP Asset abandonou o modelo tradicional de cobrança de fundos multimercados, baseado em 2% de taxa de administração e 20% de performance sobre o resultado acima do CDI. A mudança abriu uma discussão entre analistas sobre a remuneração praticada pela indústria no Brasil.

A gestora, uma das maiores do país, reduziu pela metade a taxa de administração e aumentou a parcela de performance. Os novos percentuais não foram informados.

Debate sobre a remuneração

A decisão ocorre em um ambiente de debandada dos fundos multimercados. Analistas elogiaram e criticaram a alteração, mas avaliam que as gestoras de fundos macro deveriam rever o modelo de cobrança para aproximá-lo dos interesses dos cotistas.

O CDI, usado como referência para a cobrança de performance, segue próximo da Selic. Para os analistas, o formato conhecido como “2 com 20” não funciona para todos os fundos.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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