A corrida por inteligência artificial nos Estados Unidos alterou o fluxo de investidores estrangeiros no início do ano e passou a disputar recursos com os mercados emergentes. A avaliação é de Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset Management (BRAM).
De acordo com Funchal, o Brasil esteve entre os principais destinos do capital estrangeiro no começo do ano, mas o movimento mudou conforme os investimentos em inteligência artificial ganharam espaço nos Estados Unidos.
Mudança no financiamento
Os projetos de IA eram financiados principalmente com o caixa das grandes empresas de tecnologia. Com o avanço da demanda por recursos, passaram também a recorrer a endividamento e emissões de dívida.
Essa mudança ampliou a disputa por capital e ajuda a explicar a alteração no fluxo de investidores estrangeiros em direção aos mercados emergentes, segundo o CEO da BRAM.







