Pesquisa nacional coloca Flávio à frente de Lula no segundo turno pela primeira vez
Presidente terá agendas em Teófilo Otoni e Montes Claros nesta semana, após pesquisas mostrarem disputa apertada em Minas Gerais.
Presidente terá agendas em Teófilo Otoni e Montes Claros nesta semana, após pesquisas mostrarem disputa apertada em Minas Gerais.
Índice chegou a 184.205 pontos, pressionado pelo cenário internacional, pelas eleições e pelos desdobramentos do caso Master.
Candidato afirma que conflito entre Wilder Morais e Márcio Corrêa deve perder espaço para as campanhas do partido
Moeda americana avançou no mercado brasileiro em meio à aversão global a risco e às incertezas sobre a disputa eleitoral de outubro.
Mercado espera redução para 13,75% anuais, mas está dividido sobre a continuidade da flexibilização dos juros depois de setembro.
Pesquisas mais equilibradas coincidiram com alta do Ibovespa e queda do dólar, enquanto empresas e investidores adiam decisões de maior porte.
Gestoras avaliam que a incerteza eleitoral e a decisão sobre o caso Master podem elevar a volatilidade no mercado doméstico.
Flávio Bolsonaro e Lula passaram a usar a crise na Corte em suas estratégias para a corrida presidencial.
Candidato do PSD ao governo do Rio defendeu uma reformulação profunda na segurança pública e criticou a gestão de Cláudio Castro.
Articulador do MDB no Sudoeste também aposta na reeleição de Daniel Vilela e na eleição de Lucas do Vale.
Candidato a deputado federal afirma que a pacificação entre aliados é necessária para fortalecer o PL na disputa estadual.
Ronaldo Caiado e Romeu Zema são apontados como candidatos com experiência administrativa, enquanto Lula e Flávio concentram a disputa.
Levantamento e apoios regionais indicam força do governador em Goiânia, Anápolis, Catalão, Rio Verde e no Entorno de Brasília.
Disputa presidencial e eleições para o Senado podem deixar parte da família Bolsonaro sem mandato a partir de 2027.
Ex-deputado afirma que José Roberto Arruda pode reunir apoios de adversários e superar Celina Leão na etapa final da eleição.
Influenciadores e lideranças cristãs defendem o candidato com base em propósito e convicção, enquanto críticos o associam à esquerda.
Desentendimentos envolvem alianças eleitorais, acusações sobre a Cemig SIM e uma antiga disputa com Gabriel Azevedo.
Adversários de Mateus Simões questionaram a gestão da segurança pública, o orçamento estadual e a privatização da Copasa.