O Ministério Público de São Paulo e a Receita Federal realizaram ontem uma nova fase da Operação Carbono Oculto, voltada a uma estrutura financeira que teria sido usada para lavar e ocultar recursos. As investigações apontam o envolvimento do Banco Genial no esquema.
De acordo com a Receita Federal, a movimentação ilegal teria alcançado R$ 11,6 bilhões. O Ministério Público afirma que a estrutura teria beneficiado dois empresários do setor de combustíveis que estão foragidos da Justiça desde o ano passado.
Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como “Beto Louco”, e Mohamad Hussein Mourad, chamado de “Primo”, foram os principais alvos da primeira fase da operação, realizada em agosto de 2025. Segundo as investigações, os dois seriam os verdadeiros articuladores das transações e teriam ligação com o PCC.







