Focus e indicadores econômicos movimentam a agenda desta segunda-feira
Boletim do Banco Central reúne projeções para inflação, juros, PIB e dólar antes das decisões de política monetária.
Boletim do Banco Central reúne projeções para inflação, juros, PIB e dólar antes das decisões de política monetária.
Investidores monitoram as decisões desta semana e as sinalizações sobre inflação, dívida, câmbio e o ritmo futuro das altas.
A probabilidade de aumento dos juros chegou a 86% após os preços ao consumidor nos Estados Unidos subirem acima do esperado em agosto.
Índice acumulou alta de 4,22% em 12 meses, enquanto mercado projeta inflação de 5% até dezembro.
Dados do CPI de agosto aumentaram as apostas de alta de juros pelo Federal Reserve na próxima semana, enquanto o petróleo recuou.
Moeda americana encerrou a sessão a R$ 5,1250, enquanto investidores avaliaram o caso Master e dados de inflação no Brasil e nos EUA.
Energia elétrica teve queda de 7,63% e respondeu pelo maior impacto negativo no índice de inflação do mês.
Índice recuou 0,32% no mês e acumulou alta de 3,98% em 12 meses, informou o IBGE nesta sexta-feira (11).
Joachim Nagel afirmou que a decisão dependerá da trajetória dos preços de energia nas próximas semanas e meses.
Dados do CPI levaram as apostas de alta dos juros americanos para 85,6%, segundo cálculos do CME Group.
Núcleo do índice de preços ao consumidor subiu acima do esperado em agosto e elevou as apostas dos mercados em uma alta dos juros.
Reajuste definido pelo governo e válido desde 1º de agosto levou o item à maior alta mensal do Plano Real.
Moeda americana recuava 0,55% diante do real, enquanto investidores também acompanhavam as eleições presidenciais de outubro.
Índice acumulado em 12 meses desacelerou para 7,03%, enquanto o custo nacional chegou a R$ 1.993,76 por metro quadrado.
Mercado reage à deflação do IPCA de agosto, enquanto dados dos Estados Unidos limitaram parte da queda nas taxas.
Pesquisador da Hoover Institution afirma que bancos centrais dependem de uma política fiscal capaz de sustentar as contas públicas.
IPCA brasileiro, CPI dos Estados Unidos e apostas eleitorais influenciam câmbio, juros e ações ao longo do dia.
Levantamentos realizados em agosto mostram distância entre a estabilização destacada pelo governo e a avaliação dos argentinos.