Ex-chefe do BC recebeu R$ 4 milhões em contratos com empresa ligada ao Master
Comissão do Banco Central apontou indícios de negócio simulado e recomendou processo administrativo contra Belline Santana.
Comissão do Banco Central apontou indícios de negócio simulado e recomendou processo administrativo contra Belline Santana.
Ação apresentada à Procuradoria-Geral Eleitoral acusa o deputado de abuso de poder político e uso indevido das redes sociais.
Apurações começaram após a liquidação do banco e passaram a incluir contratos, relações políticas, recursos públicos e suspeitas de influência.
Laudo da Polícia Federal aponta 25 operações, concentração de aprovações e possível fracionamento para evitar análise do conselho do banco.
PF afirma que Daniel Vorcaro autorizou o monitoramento de processos sigilosos e que houve acessos indevidos a sistemas públicos.
Manifesto divulgado em São Paulo também defende a continuidade das investigações sobre o Banco Master e convoca presidenciáveis a assinarem o documento.
Deputado disse que repostou o laudo nas redes sociais e o apagou pouco depois; Polícia Federal confirmou que o documento não era verdadeiro.
Investigação identificou buscas sobre Daniel Vorcaro em bases do MPF, da PF, do Banco Central e de outros órgãos.
Investigação aponta que Eduardo Bolsonaro orientava a gestão de recursos do longa nos Estados Unidos; Flávio pediu transparência sobre o caso.
A Polícia Federal negou ter produzido o arquivo, que traz sinais de criação ou edição por inteligência artificial.
Senador é investigado por suspeitas ligadas ao financiamento da produção e pode ser alvo de prisão preventiva, segundo criminalista.
Conversas apreendidas pela Polícia Federal mostram pedido de intermediação e banqueiro afirmando ter pago voos do deputado.
Fundo afirmou que manter o suporte ao banco poderia ser menos vantajoso do que alternativas de liquidação.
Relatório cita contatos sobre Letsbank, Will Bank e a compra do Voiter pelo Banco Master, além de mensagem sobre a negociação.
Laudo afirma que o BRB manteve desembolsos e aprovou novas compras mesmo após relatórios internos apontarem falhas e risco de fraude.
Relatórios citam repasses de até R$ 760 mil por mês, viagens e informações antecipadas a Daniel Vorcaro.
Investigação aponta uso do fundo Havengate para receber recursos destinados à produção sobre Jair Bolsonaro.
Decisão atende a pedido de Edson Fachin antes da análise de relatório da Polícia Federal pelo Supremo Tribunal Federal.